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terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Existe idade para ser feliz.

Para muitos a idade para ser feliz é na infância, para outros na juventude, para outros na adolescência, para outros quando for adulto e alguns acham que na melhor idade, ou seja, a velhice, pois cada um acha que pode sonhar ou ter planos ou em todas as fazes ou num certo momento. Acho que não existe somente uma idade para a gente ser feliz ou sentir prazer, nos que fazemos este momento.
Se a pessoa for ao mesmo tempo jovem e adulto, sabendo usar cada momento na vida, ela pode recriar a vida, sua própria imagem, experimentar sabores e entregar-se a todos os amores sem preconceito e pudor.
Temos que tentar sempre algo novo, novo e novo sempre quantas vezes for preciso.
 Essa idade tão fugaz na vida da gente se chama Presente e tem a duração do instante que passa.
Temos que aproveitar todos os momentos com nossa família, filhos, amigos, etc. simples gestos fazem a diferença.
Peguei este texto de um Autor desconhecido para vermos que um simples gesto vale muito a pena.
Numa reunião de pais numa escola, a professora incentivava o apoio que os pais devem dar aos filhos e pedia-lhes que se mostrassem presentes, o máximo possível. Considerava que, embora a maioria dos pais e mães trabalhasse fora, deveriam arranjar tempo para se dedicar às crianças.
Mas a professora ficou surpreendida quando um pai se levantou e explicou, humildemente, que não tinha tempo de falar com o filho nem de vê-lo durante a semana, porque quando ele saía para trabalhar era muito cedo e o filho ainda estava dormindo e quando voltava do trabalho era muito tarde e o filho já dormia. Explicou, ainda, que tinha de trabalhar tanto para garantir o sustento da família, mas também contou que isso o deixava angustiado por não ter tempo para o filho e que tentava compensá-lo indo beijá-lo todas as noites quando chegava em casa. Mas, para que o filho soubesse da sua presença, ele dava um nó na ponta do lençol que o cobria. Isso acontecia religiosamente todas as noites quando ia beijá-lo. Quando o filho acordava e via o nó, sabia logo, que o pai tinha estado ali e o tinha beijado. O nó era o meio de comunicação entre eles.
A professora emocionou-se com aquela história e ficou surpreendida quando constatou que o filho desse pai era um dos melhores alunos da escola.
Estes fatos nos fazem refletir sobre as muitas maneiras de as pessoas se mostrarem presentes, e de comunicarem com os outros. Aquele pai encontrou a sua, que era simples, mas eficiente. E o mais importante é que o filho percebia, através do nó, o que o pai estava a dizer. Simples gestos, como um beijo e um nó na ponta do lençol, valiam, para aquele filho, muito mais do que presentes ou a presença indiferente de outros pais. É por essa razão que um beijo cura a dor de cabeça, o arranhão no joelho, ou o medo do escuro…

  É importante que nos preocupemos com os outros, mas é também importante que os outros o saibam e que o sintam. As pessoas podem não entender o significado de muitas palavras, mas sabem reconhecer um gesto de amor. Mesmo que esse gesto seja apenas e só, um nó num lençol.

Um comentário:

  1. Helio Luiz de Azeredo Jorge4 de dezembro de 2013 11:41

    Verdade, Caio! A pior componente, a principal, que muitas vezes é negligenciada por nós pais, é a atenção que é preciso legar aos nossos filhos! Pensamos que qualquer "tempinho" que arranjamos no fim do dia, ou em algum intervalo de tempo durante o dia, vai suprir as necessidades de atenção, dos meninos! E não é bem assim! Em cada período da idade, do crescimento, eles precisam de um tipo diferenciado de atenção e cuidado! Coisa que os genitores de hoje em dia, deixam muito a desejar! Acham que educação é com a escola! Muito se fala neste assunto, mas pouco se faz! Nem homem e nem mulher, quer deixar de ter sua carreira profissional, seu emprego, para cuidar de seus filhos! E assim vamos "empurrando" os meninos e meninas, às creches, babás, e outros meios de "criação" e "cuidados", não lembrando, que nenhum deles, pode e vai suprir as atenções e cuidados materno e paterno! E daí, temos o que temos hoje! Que nem é preciso falar! Educados, com comportamento estável, e com formação, tanto intelectual, emocional e religiosa, bem poucos! Aliás, religião, nos nossos dias, é proselitismo! Fazer o que?! Abração! Adorei o seu Blog!

    Helio Luiz de Azeredo Jorge, Msc

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